Seja você a diferença que deseja neste mundo

Mais um ano termina para que um novo ciclo comece. É tempo de renovação. É tempo de repensar atitudes, não só em relação a nós mesmos, como também para com o outro. É tempo de fazer planos para o futuro ao executar ações no presente, para assim deixarmos um lugar melhor para aqueles que aqui habitam e continuarão por mais algum tempo de passagem.

 

Outro dia li um desabafo de uma amiga em uma rede social. Em seu relato, ela conta que há alguns anos, havia sido convidada para participar de uma exposição de suas obras em um determinado espaço cultural.

 

O artista plástico e curador do espaço que veio procurá-la relatou que o conjunto de sua obra era muito interessante e que, segundo ele, seria interessante que ela fizesse uma exposição individual. Para tanto, foram marcadas algumas reuniões para discutirem a ideia e detalhes sobre o projeto.

Ao longo das reuniões, a artista apresentou um título com um tema muito interessante, que seria um tipo de trajetória de seu processo artístico. A exposição se realizaria no ano em que a artista completaria seu aniversário de 60 anos.

 

Para sua surpresa, o curador e artista plástico que a convidou gostou tanto de sua ideia que decidiu fazer uma retrospectiva, mas do trabalho dele, ao invés do dela.

 

Não é nosso objetivo fazer qualquer tipo de julgamento, ou tomar partido de quem estaria certo ou errado na história. O que me chamou atenção ao ler este relato foi o fato que me levou a questionar: Como eu teria agido em uma situação semelhante? Qual atitude que eu consideraria justa?  O que eu
sinto quando leio um relato como este? Com qual dos personagens eu me identifico?

 

Assim como esta história, existem tantos outros tipos de conflitos causados, na maioria das vezes, por atitudes que visam concretizar desejos e necessidades puramente individuais. O foco é o que eu posso ganhar, qual seria a vantagem que levaria neste negócio, nesta transação, nesta venda?

Será que pedir um empréstimo como um favor a um colega e depois não pagá-lo é uma atitude correta? Ou seria mais conveniente não atender os telefonemas, não responder aos e-mails de cobrança. Sim, talvez assim não nos comprometemos, não nos responsabilizamos. Onde está a minha responsabilidade? Eu sou uma pessoa correta nas minhas relações?

 

Estamos vivendo em um mundo globalizado e tecnológico em que os valores morais estão sendo esquecidos. Existe uma falta de cuidado, de gentileza com o outro e uma pressa para ter os desejos individuais atendidos, mesmo que com isso “eu” passe por cima do outro.

O meu desejo para 2016 é que cada pessoa que ler este relato reflita sobre o seu papel, sua importância no planeta e como, através de pequenos gestos de gentileza, poderíamos deixar um sopro de esperança para a geração futura.

 

Basta com a atitude de colocar a culpa no governo, na falta de tempo, nas dificuldades do cotidiano! É hora de acordarmos e percebermos que o mundo lá fora é o espelho de como estamos agindo em nosso pequeno mundo.  Vamos nos unir e fazer a nossa parte. Certamente, não podemos ser ingênuos e esperar que o outro pense e faça aquilo que consideramos correto, mas eu posso com a minha atitude fazer a diferença.

 

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