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Hoje meu “causo” para a newsletter é sobre a atuação imediata das essências em questões emocionais que tem efeito no corpo físico. Acompanho um adolescente de 17 anos que pratica judô e se prepara para competir profissionalmente.

 

Ele iniciou o acompanhamento na terapia floral pois, apesar de ter uma técnica apurada para o esporte, ele “perdia” as lutas sozinho, ou porque se machucava antes das competições e nem chegava à competir ou porque entrava desfocado no tatame e não percebia a luta, nas palavras dele, “como se eu não estivesse ali, só o meu corpo”.

 

No início de abril, ele foi competir depois de já ter participado de outras 3 competições menores sem se machucar e entrou no tatame muito bem. Ganhou 2 lutas, mesmo sentindo algumas dores. Na terceira luta ele conseguiu se livrar de um golpe difícil e caiu com muita dor na região cervical (pescoço e começo dos ombros) e a partir de então o braço “falhou” e ele, mesmo tentando lutar, perdeu a força e, com muita dor, não conseguiu nem se levantar, sendo carregado para fora do tatame. No dia seguinte, não conseguia nem levantar da cama e não foi à escola.

 

Atendi ele no período da tarde. Ele entrou no consultório visivelmente transtornado de dor e sem conseguir se mexer, segundo ele mesmo a nota da dor era “10” (numa escala de 0 a 10 onde 10 é o máximo de dor) ... Pensei nas essências da Araretama que lidavam com relaxamento aí começou a maravilha das gotinhas... Fiz alguns movimentos com os dedos no pescoço até encontrar o ponto focal da contratura muscular.

 

Entreguei para ele segurar, uma de cada vez, as seguintes essências: Cajá, Kundalini, Bromélia 1 e 2, Ararybá e Thini-á. Cada essência que ele segurava eu pressionava nos mesmos pontos para verificar se a dor se mantinha inalterada, piorava ou melhorava. Nessa “escolha”, selecionamos Cajá, Ararybá e Thini-á que, juntas na mão, fizeram o melhor efeito possível... no relato dele, a dor reduziu de 10 para 6 SOMENTE COM AS ESSENCIAS FLORAIS.

 

 

 

Moral da história: com mais algumas técnicas de acupuntura (sem inserção de agulhas) ele saiu do consultório com um score de dor de 3, relatando que daria “até para ir treinar” com aquele “desconforto leve” que ele estava acostumado à sentir Minha reverencia profunda à floresta e às essências por tanto acolhimento e cura em tantas e diferentes perspectivas.

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